Eu não faço vontades. Abro concessões baseadas na lei do merecimento.

Scarlet



domingo, 8 de agosto de 2010

IVAN

Hoje é o segundo Domingo de agosto, e eu me dei conte de que nnca escrevi sobre meu pai. O maisninteressante de tudo é que ele é uma das pessoas mais importnate de toda a minha vida. Devo confessar que esse grupo é bem seleto e dele só fazem parte até hoje umas cinco pessoas: Ele, mamãe, minhas filhas e uma quinta que guardarei o direito de não dizer o nome.
Com meu pai eu aprendi a amar e pela primeira vez na vida me senti amada, incondicionalmente amada. Tão amada que ele nunca disse "eu te amo", nem precisava porque eu simplesmente sabia.
Meu pai era quem melhor me conhecia. Conhecia meus defeitos que me dizia - quando necessário -  em segredo e minhas qualidades, as quais espalhava aos quatro ventos com a suavidade que ele mais quem ninguém possuía.
Suavidade teu nome é Meu Pai...
Tão lindo que ele era! Nunca gritava ou falava de forma agressiva, mesmo quanto zangado. Tão simples e tão culto ao mesmo tempo. de natureza bondosa e um grande homem de família. Homem de família por opção, o que é mais importante.
Ele me ensinou a escrever os números todos do mesmo tamanho - me lembro como se fosse hoje - na época meus números ficaram tão bonitos no papel que parecia mágica. Nunca ninguém havia me dito que meus números eram desiguais. Talvez porque não tivessem visto, mas meu pai... olhava par mim e sempre me via.
Com ele eu me sentia em casa. Falava pelos cotovelos e passei toda a minha infância após cada frase a dizer: - Né Pai?..  Para então ouvir: -Né Filha!
Eu te amo papai e sinto saudades.
Nara

Nenhum comentário:

Postar um comentário