Eu não faço vontades. Abro concessões baseadas na lei do merecimento.
Scarlet
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terça-feira, 6 de julho de 2010
O PRÓDIGO
Todos conhecem a parábola do "Filho Pródigo" contada por Jesus.
Nela, o filho de um fazendeiro que se viu descontente com a vida que levava na casa do pai, resolveu pegar antecipadamente a sua parte da herança e sair pelo mundo, sem olhar para trás, em busca de uma vida que melhor o completasse.
Durante a sua busca pela satisfação pessoal, ele passou por várias provações. Perdeu todo o dinheiro, trabalhou quase como escravo, dormiu e comeu com os porcos. Enfim, chegou ao fundo do poço. E quando lá chegou, lembrou-se da casa do pai para onde retornou humilde. Pedindo abrigo não mais como filho, pois tomou consciência de que havia ele mesmo com sua atitude, se excluindo da família. Então o filho pródigo, pediu a seu pai abrigo como empregado. Porque depois de tudo o que passou pelo mundo, ele finalmente reconheceu as virtudes de seu pai. E percebeu que era mil vezes melhor ser empregado na fazenda do pai, do que andar pelo mundo à mercê dos homens e suas iniqüidades.
Ao ver o arrependimento sincero do filho, aquele pai honrado e justo o recebeu com festa, não como empregado como ele havia pedido... Mas como filho, acolhendo-o novamente no seio da família.
É uma estória bonita essa, cheia de boas mensagens. Mas hoje eu faço uma pergunta:
- O que fazer quanto o filho pródigo ao sair, destrói as colunas de sustentação da casa e espera até que ela venha totalmente ao chão pra retornar? O que fazer quando o filho pródigo já não tem mais casa para voltar, já que da casa que ele conhecia só restou escombros. E hoje, existe outra casa no lugar?
Resposta:
- Eu não sei
Nara
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