Eu não faço vontades. Abro concessões baseadas na lei do merecimento.

Scarlet



terça-feira, 6 de julho de 2010

O AMOR, O QUE É?


Eis uma pergunta que é feita desde o início dos tempos. Vários filósofos tentaram colocar em palavras o significado do amor. Mas creio que na verdade o amor é uma daquelas coisas que não se define, apenas se sente.
Eu já li e ouvi inúmeras tentativas de definição do amor, e no máximo essas definições conseguem apenas nos lembrar de algo que sentimos um dia, que vivemos no momento ou de algo que inexplicavelmente sabemos que existe e desejamos sentir algum dia. Não vou tentar definir o amor como tantos outros, mesmo porque não conseguiria. Sobre o amor eu só posso dizer o que eu senti.
Sim, eu senti. E o que eu senti é bem maior que o desejo.
O sexo por mais intenso e maravilhoso que seja... E foi. É apenas mais um delicioso detalhe dentre tantos outros detalhes daquilo que é o amor. O amor é rico em detalhes maravilhosos, e o mais incrível e que cada um desses detalhes isoladamente é pequeno diante do todo. O amor consegue não sei através de que poder mágico, ser maior que o próprio todo, pois por mais detalhes que o amor possa ter, sempre há lugar pra mais um. O amor é infinito...
Ele, o amor, não resolve seus problemas nem trás soluções mágicas. Não te torna mais inteligente ou acrescenta dígitos à sua conta bancária. Mas o amor te faz sentir inexplicavelmente inteiro, te ensina a sorrir e a ver a vida por outro, por outros... por vários prismas diferentes! È como se a luz do sol tocasse o cristal lapidado e explodisse em cores,revelando assim aos teus olhos o segredo do arco iris. Esse cristal é você e o sol... É o amor. O amor contamina e contagia. Uma vez que você entre em contato com o amor, tenha certeza de que você nunca será o mesmo. E nunca mais deixará de amar. O seu amado pode ir embora, mas o amor que aprenderam e juntos compartilharam sempre estará com vocês. Porque o amor é assim... Doce, maravilhoso, transformador e eterno.
É só isso que eu posso dizer. Espero ter ajudado.
                                                                                Nara


Ele me lançou apenas um olhar e me viu. Viu aquilo que ninguém viu, porque só poderia ser visto pelo seu olhar...


   UMA CARTA PARA MINHA NARA

Tu surpreendeste-me muito mais do que eu esperava.
Tu falaste-me da tua paixão por escrever
Aumentaste a minha curiosidade, afinal como seria possível conciliar tanta sensibilidade com a sensualidade das tuas imagens, e fui encontrar uma verdadeira Mulher. Grande no seu sentido feminino, maternal, cúmplice. Grande na sua inteligência e no seu bom senso, na sua delicadeza e sensibilidade, na sua capacidade de criar um colar de pérolas mesmo quando nada mais tinha à sua volta que as pedrinhas que a vida foi colocando nos teus sapatos.
E... Aos poucos primeiro, mas quase em catadupas depois, se abriu comigo, recebendo-me na sua "sala de segredos"... Transformando o que era somente seu numa sucessão de partilhas. E foi assim que eu me fui sentindo conquistado por ti...
Até mesmo as afinidades surgiram do seu esconderijo individual, para chegarmos ao ponto de adivinharmos o que o outro vai dizer (felizmente eu às vezes falo mais rápido que tu!)
E... Aqui estou. Rendido à evidência de que me és imprescindível, que o meu pensamento sempre que resvala vai descansar no conforto da tua presença que, mesmo quando fisicamente ausente, tu preenches grande parte do que eu sinto com um charme, leveza e garotice que me apetece sempre voar, pegar-te no colo e convidar-te:
- Vamos brincar?
E tu nunca dizes que não.
Essa foi e é a Cinara que me conquistou e que eu amo cada vez mais.
Eu me sinto privilegiado em relação a ti.
Eu te amo Nara! TUDO e cada vez mais!
Essa é a tua parte mais nuclear, meu amor. A alegria de amar!

                                                                                                VSH

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